Tamanho da foto para o visto dos eua

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Tendo explorado a Astrologia ao máximo que podia, ele está agora tentando extrair o máximo da Via Láctea. A maioria das pessoas hoje ficaria surpresa ao descobrir que a ciência da Astronomia, da forma como ela é ensinada em nossas escolas e universidadades, é tão fraudulenta quanto sua predecessora. Durante séculos, homens de elevada instrução e considerável capacidade intelectual, como Newton e Kepler, foram estudantes ávidos da Astrologia e a consideravam uma ciência de primeira grandeza. Hoje, homens e mulheres de capacidade equivalente estão enamorados por uma disciplina que é tão subjetiva e irracional quanto a Astrologia.

Satanás quer que os homens adorem o sol por que esta é a principal imagem que ele usa para se fixar nas mentes e corações da humanidade. Virtualmente toda a filosofia ocultista está baseada na adoração ao sol. A Maçonaria é um culto de adoração ao sol, como também a Cabala, o Gnosticismo, a Astrologia, a Alquimia e a Magia Egípcia. O deus Baal estava identificado com a adoração ao sol, como também Osíris. Os usurpadores pagãos no Templo de Jerusalém, descritos pelo profeta Ezequiel, oravam voltados para o oriente e para o sol nascente, enquanto que os reis apóstatas de Judá erigiram um monumento ao sol na entrada do templo. Referindo-se ao piedoso rei Josias, a Escritura diz: "Também tirou os cavalos que os reis de Judá tinham dedicado ao sol, à entrada da casa do SENHOR, perto da câmara de Natã-Meleque, o camareiro, que estava no recinto; e os carros do sol queimou a fogo." [2 Reis 23:11]. Um monumento similar, conhecido como os Quatro Cavalos de Hélios, foi construído e colocado acima da Porta de Brandemburgo, em Berlin, na Alemanha.

Poeira Interestelar

O Inimigo está fazendo isso, não somente por meio das muitas ramificações da filosofia ocultista, mas também por meio de canais seculares, para que homens e mulheres de todas as nações estimem o sol de modos que se aproximem da idolatria. Por exemplo, aqui está o que muitos estudantes nas escolas públicas americanas estão aprendendo atualmente:

"Nossos ancestrais adoravam o sol. Eles estavam longe de serem tolos. Faz bom sentido reverenciar o sol e as estrelas porque somos filhos deles. O silício nas rochas, o oxigênio no ar, o carbono no nosso DNA, o ferro nos nossos edifícios, a prata nas nossas jóias — foram todos feitos nas estrelas, bilhões de anos atrás. Nosso planeta, nossa sociedade e nós mesmos somos poeira interestelar." [Neil deGrasse Tyson, Cosmos: A SpaceTime Odyssey, National Geographic Channel].

De acordo com a ciência da Astronomia e da Astrofísica, os elementos mais pesados (como os metais) foram produzidos algum tempo após a assim-chamada Grande Explosão, quando um grande número de estrelas se transformaram em supernovas e dispersaram seus elementos pela galáxia. Esses elementos foram supostamente produzidos pela fusão dos elementos mais leves, como o hidrogênio e hélio, no núcleo de cada estrela. Por essa razão, eles argumentam que todo o ferro e o níquel, por exemplo, que encontramos na Terra, foram, na verdade, produzidos ao longo de milhões de anos no núcleo de estrelas distantes. O website physics.org expressou isto da seguinte forma:

"Durante uma supernova, quando uma estrela maciça explode no fim de sua vida, o ambiente de alta energia resultante permite a criação de alguns dos elementos mais pesados, incluindo ferro e níquel. A explosão também dispersa os diferentes elementos pelo universo, espalhando a poeira interestelar, que agora forma os planetas, incluindo a Terra."

Os cientistas modernos afirmam que a maior parte do corpo humano consiste de poeira interestelar. Ao discutir a questão, "Quanto do corpo humano é formado de poeira interestelar?", o website physicscentral.com fez a seguinte observação:

"Como os átomos da poeira interestelar são os elementos mais pesados, a porcentagem de massa estelar no nosso corpo é muito mais impressionante. A maior parte do hidrogênio no nosso corpo existe na forma de água. O corpo humano é formado por aproximadamente 60% de água e o hidrogênio corresponde a 11% dessa massa de água. A água consiste de dois átomos de hidrogênio para cada átomo de oxigênio, porém o hidrogênio tem uma massa muito menor. Podemos concluir que 93% da massa no nosso corpo é poeira interestelar. Pense nisto: muito tempo atrás, alguém pode ter olhado para uma estrela e feito um pedido — essa estrela agora faz parte de você."

Ficção Científica Mascarando-se como Ciência

O Maligno quer que a humanidade acredite que o homem é formado de poeira interestelar e criou uma cosmologia — um modelo de universo — que apoia essa tese. É por esta razão que a cosmologia dele difere tanto daquela que é apresentada na Bíblia. Se os homens forem convencidos que vieram das estrelas, então se afastarão de Deus — seu verdadeiro Criador! Eles também tentarão descobrir as leis naturais que deram origem à matéria e que mais tarde filtraram e configuraram os elementos necessários para construir o corpo humano. Apresentando isto como "ciência" — verdade definitiva — o Maligno está atacando os próprios fundamentos do Cristianismo e preparando o caminho para sua religião do mundo unificado do fim dos tempos, em que a ciência, a religião e o misticismo estarão fundidos em uma nova espiritualidade.

Muito provavelmente, essa nova religião ensinará uma salvação vinda do espaço e o contato com seres inteligentes muito mais evoluídos do que o homem. Está sendo dito para nós que a ciência, por meio de alguns avanços espetaculares na tecnologia, eventualmente descobrirá a chave para a imortalidade e colonizará o universo. Isto é tudo propaganda, é claro, alimentada por infindáveis reportagens na mídia a respeito de vida em Marte, viagens até outras galáxias e planetas similares à Terra em outros sistemas solares. Cada um de nós provavelmente já passou centenas de horas assistindo a filmes e documentários, alguns dos quais são muito convincentes, que ilustram esse cenário fantástico. Mas, é tudo falso!

Prove!

Neste ensaio, mostraremos com exemplos claros, que o leitor pode prontamente validar junto a outras fontes, por que este cenário é falso. Vamos iniciar com a famosa fotografia da NASA, liberada em 2009 — quarenta anos após ter sido supostamente tirada:

A página da NASA na Internet inclui a seguinte descrição: "Retratada acima em 21 de julho de 1969, a espaçonave subindo foi capturada por Collins ao fazer a aproximação, com a Lua abaixo, e a Terra à distância."

Embora possa parecer inocente, a foto contém uma clara anomalia que prova que ela é falsa. A Lua, conforme vista a partir da Terra, tem um tamanho angular de aproximadamente meio grau — muito similar ao tamanho da Terra na foto acima. Todavia, o diâmetro da Terra é cerca de quatro vezes o da Lua, de modo que a Terra, vista a partir da Lua, deveria parecer consideravelmente maior, cerca de dois graus em tamanho angular, conforme mostrado na foto abaixo:

A NASA provavelmente liberou a foto antes de perceber seu erro, mas depois já era tarde demais. A foto abaixo é menos conhecida, mas também contém um erro revelador:

Esta foto mostra três astronautas — a pessoa em cujo visor vemos um claro reflexo, o astronauta de branco no meio que tirou a foto, e um terceiro astronauta no fundo, à esquerda. Como havia três astronautas em cada uma das seis missões de pouso na Lua, poderia parecer possível que três astronautas aparecessem em uma fotografia desse tipo, mas não quando você leva em conta que o terceiro astronauta em cada uma das missões sempre permaneceu a bordo da cápsula que orbitava acima da Lua e que nunca desceu à superfície lunar.

As duas fotos acima são apresentadas apenas como uma introdução à seguinte prova que a Astronomia moderna está baseada em um modelo alternativo de realidade.

Um Modelo Alternativo de Realidade

É um fato bem conhecido que é possível testemunhar uma Lua Cheia a partir de todo local na Terra pelo menos uma vez a cada trinta dias, desde que as condições climáticas permitam. A Astronomia moderna nos diz que uma Lua Cheia é produzida somente quando o Sol, a Terra e a Lua estão em alinhamento, como mostrado nos diagramas abaixo. O primeiro diagrama mostra como a Lua precisa estar ligeiramente acima do plano da Terra de modo a receber uma luz sem obstruções do Sol, enquanto que o segundo diagrama mostra o local na Terra a partir do qual a Lua Cheia pode ser observada:

Como observado em um ensaio anterior (Cosmologia Bíblica x Realidade Alternativa Satânica), a situação mostrada acima não pode ocorrer com regularidade mensal. A Lua leva 29 dias e mais uma fração adicional de um dia para completar sua órbita e entrar novamente em alinhamento perfeito com o Sol e a Terra. Durante esse tempo, a Terra terá completado 29 rotações em seu eixo, mais uma rotação parcial adicional durante a fração de um dia que a Lua precisa para completar sua órbita. Nas 6-8 horas que isso leva, a localidade citada no nosso diagrama acima terá se afastado da Lua, da posição A para a posição B mostrada no diagrama abaixo — onde a Lua não será visível!

O único modo de uma Lua Cheia poder ser vista de forma regular a cada mês, em qualquer localidade escolhida, é se a própria Terra for estacionária — exatamente como a Bíblia diz. Além disso, se a Terra é estacionária, ela precisa ser plana, pois uma esfera estacionária não poderia receber a luz do Sol em ambos os lados.

A forma plana da Terra pode ser facilmente observada a partir de um avião, mas a vasta maioria da humanidade não é capaz de fazer essa simples observação, porque foi condicionada a acreditar que aquilo que está vendo é ligeiramente encurvado. Até mesmo os pilotos das companhias aéreas que observam a Terra regularmente a partir de uma altitude de quase 10.000 metros não conseguem se livrar da ilusão que o solo (ou o mar) abaixo deles está se encurvando em direção ao horizonte.

Todavia, existe um lugar na Terra em que a superfície plana é indisputável. Essa localidade pode ser encontrada na Bolívia, onde o Salar de Uyuni se estende por 10.582 km2. Esse local impressionante é tão grande que pode ser visto claramente desde uma grande distância acima da Terra:

Essa planície salina é tão plana que os geólogos estimam que ao longo de toda sua extensão, sua superfície varia em elevação apenas em alguns poucos centímetros.

Vamos enfocar apenas a área dentro do círculo — veja o mapa abaixo. Imagine que isto tenha sido antigamente um lago muito raso que evaporava completamente de tempos em tempos, deixando um depósito de sal. Cada vez que chovia, um pouco mais de sal escorria das montanhas vizinhas. Essa solução salina então fluia por todo o terreno plano onde a água evaporava, deixando outra fina camada de sal. Esses depósitos continuaram a se acumular ao longo de muitos séculos, um sobre o outro, até produzirem uma crosta de sal sempre em expansão, abaixo da superfície do lago.

Se a Terra fosse uma esfera e a "gravidade" fizesse a superfície de qualquer corpo muito grande de água se encurvar ligeiramente ao longo de uma grande distância, então a superfície do platô de sal deveria ser ligeiramente encurvada, ou ter o formato de uma abóboda, como uma enorme lente de contato — mas não é. Em outras palavras, o centro do círculo vermelho no mapa acima deveria ser muito mais elevado do que as margens em volta, mas o círculo é perfeitamente plano.

Como poderia um plano perfeitamente reto desse tamanho se formar naturalmente em uma Terra esférica? Obviamente, não poderia. O senso comum nos diz que a vasta planície do Salar de Uyuni somente poderia de formar em um lago cuja superfície fosse igualmente plana.

Alguém poderia imaginar o Salar de Uyuni como um lago fossilizado, preservado em sal (literalmente), o que permite a uma pessoa confirmar — por experiências repetidas — que a superfície é completamente plana. Se o Salar é plano, então assim também são os outros grandes lagos, como o Superior, Michigan, Huron, Ontário e Eire. E, se eles são planos, assim também são os oceanos!

Uma Questão...

A superfície do Salar poderia ter sido ligeiramente encurvada e ainda produzir uma camada de sal que é totalmente plana? A resposta é não. À medida que a água evapora, ela deixa um depósito que espelha os contornos da superfície. A última "força" que atua sobre o sal é a superfície da água. Depois que evapora, ela deixa um depósito cristalino de sal fixado na superfície. Isto significa que de modo a ter produzido uma superfície plana de 3.215 quilômetros quadrados em extensão, a superfície do lago também precisa ter sido perfeitamente plana em toda sua extensão.

Mesmo se a crosta do lago tivesse sido muito desalinhada no tempo em que o lago foi originalmente formado, a evaporação teria feito a água restante concentrar-se nas áreas do fundo do lago que fossem mais profundas. Quando essas áreas eventuamente se encheram com sal, o lago eventualmente se tornou mais raso e se estendeu por uma área mais ampla, à medida que novas chuvas caíram na região. Esse processo teria continuado ano após ano, até que o "lago" tenha se tornado pouco mais do uma poça de água com 2-3 centímentros de profundidade, cobrindo uma área de 3.215 quilômetros quadrados.

Outra Prova Irrefutável

Vamos considerar outra prova simples. O mapa abaixo mostra a rota sem escalas de um avião, desde Joanesburgo, na África do Sul, até Londres, na Inglaterra, uma distância de 9.000 km. A viagem dura onze horas. Entretanto, se a Terra estivesse girando em seu eixo, a localidade de Londres teria se movido para o leste no tempo de duração do voo. Isso estenderá a distância que o avião precisa viajar para 15.424 quilômetros, cerca de 6.400 quilômetros adicionais (veja o mapa adiante). Dado que a viagem rotineiramente é feita em uma aeronave Airbus A330, que tem uma velocidade máxima de cruzeiro de 900 quilômetros por hora e um alcance máximo de 13.400 quilômetros, podemos ter certeza que a viagem não poderia ser realizada por um Airbus A330 se a Terra girasse. De modo a fazer isso em 11 horas, o avião teria de voar 2.000 quilômetros, ou mais, além de seu alcance máximo, e alcançar uma velocidade de cruzeiro média de 1.400 km/h — cerca de 500 km/h mais rápido do que sua velocidade máxima.

A Terra é plana e estacionária.

Então Onde Estão o Sol e a Lua?

O Sol e a Lua estão exatamente onde Deus os colocou quando criou o mundo, percorrendo diariamente um circuito de alguns milhares de quilômetros acima da Terra.

Para ver por que isto é assim, vamos verificar os dados de www.TimeAndDate.com, administrado por uma empresa baseada em Stavanger, na Noruega. Mais de 28.000 websites têm ligações para essa página, o que sugere que as informações que ela oferece são consideradas altamente confiáveis. Existe ali uma seção intitulada "Day and Night World Map", que mostra a posição do Sol e da Lua em qualquer horário. Aqui está um instantâneo de amostra do mapa (uma projeção equi-retangular):

A área em azul-claro e as zonas em branco brilhante são as áreas do mundo em que atualmente é dia (enquanto escrevo estas palavras), enquanto que a área sombreada é a parte do mundo em que neste momento é noite. Preste atenção especial ao seguinte:

1. O mapa mostra que o Sol (o disco pequeno em cor laranja) está atualmente ao oeste do México e movendo-se para o oeste.

2. O mapa também mostra que a Lua (disco pequeno branco) está atualmente ao leste da Guatemala e movendo-se para o oeste, em direção ao Pacífico.

Se você acredita que a Terra é uma esfera, então esse mapa deverá lhe causar um choque. Embora esteja de acordo com os princípios científicos aceitos, ele destaca certos detalhes que estão em conflito com o restante do modelo cosmológico que a Astronomia moderna defende. Se o Sol está situado a 150 milhões de quilômetros de distância, então ele não pode estar "sobre" uma única parte da Terra, e se a Lua está situada a 384.000 quilômetros de distância da Terra — dez vezes a largura do mapa acima — então não se pode dizer, de uma forma que faça sentido, que ela esteja se movendo de uma parte da Terra para outra.

Para terem qualquer base factual, as posições respectivas do Sol e da Lua no mapa acima precisam levar em conta o seguinte: (a) o tamanho dos dois discos e (b) a distãncia deles acima da Terra. Em resumo, devemos ser capazes de determinar a distância tanto do Sol quanto da Lua acima da Terra, bem como seus respectivos diâmetros, se conhecemos suas posições angulares no céu conforme vistos simultaneamente a partir de outras localidades. E, como isto acontece, o mesmo website fornece essas informações!

Alguns dias atrás, quando o Sol estava diretamente sobre a região desértica do Níger, na África Subsaariana, tabulei a altitude do Sol conforme visto ao mesmo tempo a partir de 15 outras localidades bem conhecidas. Também calculei a distância no solo entre cada localidade e o local em Níger e, usando trigonometria simples, estimei a elevação do Sol (veja os mapas acima e abaixo).

A tabela a seguir mostra os resultados:
Sol em 90 graus às 11:24 UTC em 5 de maio de 2016 no deserto do Níger (17.33.27 N 07.46.48 E)

Cidade

Distância do Ponto em Níger (Km)

Altitude do Sol (Graus)

Elevação Estimada do Sol Acima da Terra

Dakar

2688

65,20

5816

Rabat

2318

67,88

5702

Argel

2168

69.21

5708

Trípoli

1777

72,91

5780

Cairo

2740

64,75

5816

Luanda

2961

64,19

6123

Kampala

3308

60,77

5894

Nairobi

3782

56,32

5675

Mombasa

4214

52,37

5465

Lusaka

4257

52,22

5493

Londres

3816

54,41

5331

Paris

2180

57,32

3398

Roma

2723

64,21

5635

Madri

2752

64,15

5680

Atenas

2732

64,15

5640

Média = 5678

Podemos ver a partir disso que o Sol está a aproximadamente 5.680 quilômetros acima da Terra, não 150 milhões de quilômetros!

Fiz também um conjunto similar de medições para a Lua, usando Bogotá, na Colômbia, como ponto de referência (veja o mapa acima) e descobri que o circuito dela acima da Terra tem uma elevação em torno de 5.392 quilômetros (não 384.000 quilômetros). A tabela na página seguinte mostra os cálculos.

Agora que conhecemos a distância vertical acima da Terra desses dois corpos celestes, podemos calcular seus respectivos tamanhos. O tamanho angular da Lua, conforme vista a partir do solo é de 0,53 graus (de acordo com várias fontes na Internet). Um objeto com esse tamanho angular a uma distância de 5.392 quilômetros teria um diâmetro de 49,6 quilômetros, aproximadamente.

Um cálculo similar para o Sol, que tem o mesmo tamanho angular, mostra que ele tem um diâmetro de 52,8 quilômetros, aproximadamente. O Sol não é 330.000 vezes maior do que a massa da Terra — como a ciência moderna afirma — mas somente uma minúscula fração da massa da Terra. (Observe o número maçônico 333.) Ele provavelmente nem é um "aquecedor" no sentido convencional, mas mais similar a um transmissor de radiação eletromagnética, que interage de algum modo com o campo eletromagnético ao redor da Terra para produzir um efeito térmico. É por isto que seu tamanho relativamente pequeno não diminui sua influência. Ele atua mais como um transmissor de rádio que "preenche" todo o espaço de milhares de quilômetros à sua volta com um sinal "eletromagnético" especial.

É mais fácil compreender o que está acontecendo se olharmos para cada local, Níger e Bogotá, respectivamente, em um mapa da Terra plana. Quando fazemos isso, o circuito de cada corpo celeste torna-se mais inteligível, como seu relacionamento com outras partes da Terra — veja os mapas nas páginas 17-19. (## Checar a numeração).

Lua a 90 graus às 15:05 UTC em 4 de maio de 2016, acima de Bogotá, Colômbia.

Cidade

Distância de Bogotá

Altitude da Lua

Elevação Estimada da Lua Acima

Philadelphia, PA

3886

52.95

5147

Washington, DC

3782

54,03

5211

Richmond, VA

3635

55,40

5269

Raleigh, NC

3456

57,13

5347

Charleston, SC

3152

60,03

5465

Montgomery, AL

3304

59,10

5520

Dallas, TX

3894

54,29

5417

Orlando, FL

2737

64,06

5622

Havana, Cuba

2214

69,05

5782

Kingston, Jamaica

1490

75,24

5653

Caracas, Venezuela

1019

78,53

5022

Georgetown, Guiana

1768

71,87

5398

Cayenne, Guiana Fr.

2397

66,24

5443

Brasília, Brasil

3638

55,88

5369

Assuncion, Paraguai

3736

55,26

5387

Santiago, Chile

4209

52,02

5392

No curso de um ano, o Sol e a Lua viajam cada um em um circuito regular em volta do polo norte. O polo norte está no centro desse circuito somente quando o circuito do Sol (ou da Lua) está no equador. O "desvio" anual no circuito do Sol, quando ele se aproxima do Trópico de Capricórnio em dezembro, e o Trópico de Câncer, em junho, é responsável pelas estações. Assim, a Terra não está "inclinada" em seu eixo, pois não possui eixo. As estações são resultantes totalmente do desvio anual norte-sul no circuito do Sol.

A Lua está mais próxima da Terra e, portanto, pode ocasionalmente bloquear, total ou parcialmente, a luz do Sol. Conhecemos isso como um eclipse solar. Todavia, um eclipse lunar — que supostamente ocorre quando a Terra fica entre a Lua e o Sol — precisa ser causado por algum outro modo. Presumivelmente, o mesmo mecanismo que produz as fases da Lua está implicado de algum modo em um eclipse lunar.

[O mapa da "Terra Plana" é conhecido tecnicamente como Projeção Azimutal Equidistante. Ele é a projeção que é usada pelo Instituto Geológico dos EUA em seu Atlas Nacional dos EUA. Podemos inferir, a partir disso, que pelo menos uma agência oficial do governo acredita que o mapa da Terra plana oferece uma representação correta da realidade!

Montessori

Quando criou seu sistema inovador de educação infantil, Maria Montessori insistiu que as crianças aprendessem certos "fatos" desde a mais tenra idade. Assim, toda sala de aula deveria ter um globo terrestre e os alunos deveriam receber uma demonstração prática do tamanho do sistema solar, com um Sol gigantesco em seu centro.

Não há dúvida que Maria Montessori foi empregada pela rede de famílias europeias que têm papel de influência na criação da Nova Ordem Mundial. A tarefa de Montessori na Europa, como a de John Dewey e outros nos EUA, foi a de recriar o sistema educacional para que as crianças se adaptassem facilmente ao socialismo e naturalismo que estão por trás da mentalidade anticristã da N. O. M. Virtualmente, a primeira coisa que a maioria das crianças aprende, frequentemente a partir dos três anos de idade, é que o mundo é redondo e que o Sol está no centro do universo. Com programação dessa intensidade, não precisamos nos surpreender que tantas pessoas hoje tenham uma incapacidade quase irracional de considerar o modelo da Terra plana.

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